VERDE QUE TE QUERO VIVO:
PROTAGONISTAS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Cláudia Simone Almeida de Oliveira
ca
calsimone38@gmail.comMaria Conceição da Costa Souza
bolatkid@yahoo.com.brSecretaria de Educação Esporte e Lazer- Prefeitura do Recife
Resumo: Este artigo é resultado da vivência de um projeto interdisciplinar de educação ambiental, desenvolvido na Escola Municipal Cecília Meireles,Recife-PE.Os objetivos desse estudo são os de resgatar a qualidade de vida, formando cidadãos do mundo com consciência ecológica e ambiental. Criando espaços verdes, repensando o planeta, partindo da reflexão do ecossistema da cidade. A questão local possibilitou o debate global. A concepção da pesquisa está na Ecopedagogia, tendo como referencial teórico: Freire, Gutiérrez, Gadotti, Sobrinho, Imbernón, Dias, Boff e Kenski. Realizou-e uma pesquisa-ação onde os pesquisadores participaram do contexto, buscando a resolução de problemas como a falta de vegetação e lixo na escola, no bairro e na cidade, apostou-se em realizar parcerias com a Secretaria de Ciências e Tecnologia, Sementeira do Recife e sítios urbanos,os profissionais desses lócus de pesquisa sensibilizaram os atores da presente investigação sobre: arborização, segurança alimentar e desenvolvimento sustentável.Foi construído com os estudantes jardins, horta, pomar, reciclagem, partindo de pesquisa exploratória e participativa com estudos do meio, campanhas, palestras e debates com uso de DVDs do TV escola, entrevistas e atividades culturais. A culminância se deu com a produção de um documentário multimídia para a sustentabilidade.
Palavras-chaves: Educação ambiental, tecnologia, ecopedagogia, cidadania.
INTRODUÇÃO
Este estudo surgiu de uma ação didática na escola, envolvendo a consciência ambiental e a necessidade de criação de espaços naturais na mesma. Entretanto, ao investir na discussão do projeto com a comunidade escolar, percebeu-se a necessidade de aprofundar o referencial teórico e a compreensão de Educação Ambiental para promoção de ações de desenvolvimento sustentável desses atores. Dessa forma a pesquisa científica originou-se a partir da prática reflexiva, que geralmente limita-se aos educadores, mas neste caso específico, surgiu de uma situação concreta que configurou a pesquisa-ação.
Um dos objetivos, portanto, da pesquisa foi compreender como uma ação coletiva, que surge da necessidade construída pela realidade de uma comunidade escolar pode atingir a consciência de uma cidadania ativa, planetária e ambiental. Este projeto deu margem a várias discussões e reflexões, mas este artigo levará em consideração apenas este viés.
A relevância desta pesquisa confirmou-se na medida que funcionou como eixo articulador das ações de forma reflexiva planejada, através da pedagogia de projetos, comprovando a importância de uma gestão democrática que favoreça as condições de mobilização da comunidade escolar na resolução de problemas e apontando novas possibilidades pedagógicas, tais como, a tecnologia na educação e a ênfase na educação ambiental, fortalecendo e concretizando o Projeto Político Pedagógico através do diálogo com os sujeitos e com a ciência.
Assinalamos de acordo com Gadotti (2000) algumas categorias necessárias para análise das perspectivas atuais da educação e que nos abrem novos caminhos para uma educação que tenha o futuro como possibilidade. Dentre essas categorias destacamos: a cidadania ativa; a planetaridade; a sustentabilidade; a virtualidade; a globalização e a dialogicidade, dialeticidade.
Dessa forma, desenvolver uma cidadania planetária com práticas que tratem o planeta com mais respeito e responsabilidade social é segundo Boff (1996) afirmar que a terra é o novo paradigma.
Segundo Gutiérrez (1997, P.41) as exigências de uma sociedade planetária devem ser trabalhadas pedagogicamente, desenvolvendo novas capacidades, das quais destacaríamos: criar, sentir, recriar, informar-se, comunicar-se, sistematizar, tomar decisões e pensar em totalidade. Tais capacidades são necessárias para a viabilização daquela gestão democrática que se falou anteriormente. Neste contexto precisamos construir uma cultura de sustentabilidade que vise à preservação do meio ambiente e precisamos investir em recursos humanos, o que Pineau (1992) chama de uma ecoformação, buscando a construção da consciência ecológica, efetuando uma formação continuada dos educadores que leve em conta os aspectos de uma possível ecopedagogia, na busca de uma educação para a conservação da vida, em todas as suas dimensões, construindo uma sociedade mais justa que assuma um compromisso com as gerações futuras.
A ecopedagogia na realidade surge com Paulo Freire quando ele fala sobre uma educação problematizadora, vislumbrando um perfil do indivíduo mais atuante, crítico, analítico,transformador, consciente e participativo. Outros teóricos como Gutiérrez e Prieto (1994) definem pedagogia como o trabalho de promoção da aprendizagem através de recursos necessários ao processo educativo no cotidiano das pessoas. Sendo assim para entender a ecopedagogia precisamos compreender a importância do desenvolvimento sustentável, sensibilizando a sociedade civil para realizar parcerias com o estado, dando a sua parcela de contribuição, fortalecendo as políticas públicas já existentes e reivindicando novos avanços.
Há também nas escolas, propostas de educar para uma cidadania global e aqui devemos entender que o desenvolvimento tecnológico é real e faz parte do desenvolvimento científico. O problema da globalização é a competição, os interesses de mercado, a ambição das grandes empresas, que destroem tudo em nome dos interesses pessoais de uma elite financeira mundial.
Sobre educação e tecnologia, Kenski (2007) diz que nos ambientes digitais podemos reunir a informática e as comunicações através de imagens e sons e os diversos tipos de suportes em que estão disponíveis os conteúdos, como os livros, filmes, fotos, músicas e textos.São inúmeras as possibilidades para realização de um bom trabalho pedagógico.
Sendo nós cidadãos de um mundo virtual sem fronteiras, precisamos também estar atentos a qualidade desse mundo natural, a água que bebemos, do ar que respiramos, dos alimentos que consumimos, do lazer que temos, tudo isso, na maioria das grandes cidades está ameaçado, os diferentes problemas do planeta, criados muitas vezes pelo próprio homem, atingem a nossa vida de forma sutil ou intensamente.
Gutierrez (1996 p.) “afirma que o local, torna-se global e o global torna-se local” e sendo assim, a cidadania ambiental local torna-se também cidadania planetária.
A escola cidadã nasce dessa visão crítica e ampliada do mundo. Nesse contexto os estudantes da Escola Municipal Cecília Meireles desenvolvem o projeto: Verde que te quero vivo - Protagonistas de uma Educação para a sustentabilidade e inclusão social. A idéia surge no âmbito de uma grande vitória desta comunidade escolar que havia durante mais de dois anos solicitado em vários fóruns, inclusive com a participação dos estudantes no Orçamento Participativo da Criança, um novo prédio escolar, com mais espaço e conforto, e estavam justamente comemorando essa nova realidade, de uma escola geograficamente maior, quando identificaram um problema local: Havia quase total ausência de vegetação nesse novo ambiente escolar, além de muito lixo espalhado pelo bairro, daí nasceram as primeiras questões problematizadoras: Como trazer mais verde para escola? Como tratar a questão do lixo? Em que lugares do Recife encontraríamos um berçário de plantas para construir um jardim e uma horta escolar e um pequeno pomar? Confirmamos que essas atividades reflexivas e suas ações propostas estavam inseridas nas estratégias de preservação e elevação da qualidade de vida urbana e do pensamento de um novo cidadão planetário.
A presença do mundo natural, com suas cores, sabores, aromas e formas, passou a ser o desejo de todos, uma nova estética, repleta de ética e compromisso com o futuro. No âmbito dessa idéia de resgatar novos valores e princípios, a preocupação com a flora urbana surge da seguinte reflexão, se a flora urbana teima em sobreviver apesar de tanta devastação, queimadas desmatamento e poluição, mostrando a sua presença nos becos, ruas, córregos, avenidas, morros, rios, nos mangues e praias, é possível trazê-la para a escola, apostar nas áreas verdes para escola, buscando-a na própria cidade, respeitando o seu ecossistema.
Esse foi um dos primeiros desfio dos estudantes da educação Infantil, educação Fundamental e Educação de Jovens e adultos, mediados por uma equipe pedagógica que acolheu o projeto desde o início.Encontramos nas imediações do bairro onde está situada a escola, denominado bairro de Casa Amarela, um local muito especial: a sementeira do Recife. Nesse local encontramos profissionais preciosos, arquitetas paisagistas e agrônomos, que nos ofereceram total apoio, dando palestras para crianças e adultos, visitando a escola, doando as mudas, ensinando a mexer com a terra, plantando junto com os estudantes diversas espécies de plantas, construindo uma significativa área verde com ajuda dos pais e toda comunidade.
Outra parceria importante foi com a Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia, que nos enviou um engenheiro florestal que realizou a sensibilização dos professores e estudantes, acompanhou as crianças e os jovens na construção da horta escolar, como também no plantio de plantas medicinais. Também recebemos apoio de formação continuada na Universidade Federal de Pernambuco que ofereceu aos representantes da comunidade escola um curso sobre hortas orgânicas. Além disso, realizou-se palestras com os a comunidade sobre alimentação e qualidade de vida com a presença de nutricionistas do Sistema Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional do Recife.
Os professores da Educação de jovens e adultos realizaram oficinas de reaproveitamento alimentar e fizeram bolos com cascas de bananas e outros alimentos com o princípio do reaproveitamento alimentar. Ainda com o princípio do não desperdício e da reciclagem, construíram pequenos pufes para decoração com garrafas Pete. Os resultados foram apresentados nas feiras de ciências, cultura e arte da própria rede municipal de ensino do Recife.
2. MÉTODOA pesquisa realizada tem uma abordagem qualitativa, exploratória. É uma pesquisa participante através de pesquisa-ação, que representa uma forma de intervenção social empírica concebida e realizada em associação com o pensar, agir e resolução de problemas coletivamente, onde os pesquisadores interferem ativamente no contexto investigado.
O projeto foi desenvolvido por toda equipe pedagógica da escola, envolvendo a direção, equipe técnica, funcionários, pais, conselho escolar e cerca de 500 estudantes da Educação Básica.
A Escola Cecília Meireles, situada no Bairro do Buriti, funciona nos três turnos, com modalidades de ensino da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos (EJA). A comunidade circunvizinha é formada por pessoas simples, moradores de morros, córregos e vilas. Apesar do novo prédio ter uma boa localização, faltava-lhe ainda ambientes arborizados e sem impactos ambientais, as pessoas colocavam lixo na frente da escola e na pracinha em frente ao prédio.Trata-se de uma pesquisa aplicada, que procurou ampliar a compreensão dos problemas ambientais do bairro, iniciando o processo pela própria escola e alcançou aos poucos, as grandes discussões sobre sustentabilidade no mundo do século XXI.
Diante da grande quantidade de resultados e articulações dos objetivos, iremos destacar a discussão sobre a consciência ambiental neste artigo. Dessa forma, entre os vários procedimentos metodológicos aplicados no projeto, destacaremos os seguintes para esta investigação: Estudo do meio através de aula passeio registrando os problemas ambientais através de fotografias e entrevistas, círculos de conversas realizadas junto a açudes, praças e sítios; palestras diversas, plantio de mudas doadas pela sementeira do Recife e pelos próprios pais de alunos, oficinas de reciclagem, teatro de fantoches, recital de poesia,construção de jornal mural,releitura de obras de arte sobre paisagismo,vivência do ciclo Junino com ênfase na obra de Luiz Gonzaga e apresentação do xote ecológico, a construção da horta e do jardim que transformaram a paisagem da escola, e no aspecto da educação e tecnologia, além das pesquisas na nova biblioteca e na sala de multimídia e nos núcleos de tecnologia do bairro, foi construído um documentário em formato de DVD multimídia. Valendo ressaltar que ainda existem atividades em andamento até o término do ano letivo de 2009, como outros passeios dos estudantes, em especial jovens e adultos na Escola Ambiental-Águas do Capibaribe, alguns já tiveram a oportunidade de participar desse estudos sobre as águas do Recife e seus manguezais, além da belíssima vista dos seus monumentos arquitetônicos da época da colonização brasileira.
Outra atividade que destacamos nessa pesquisa que defende a proposta da Ecoformação, foi a visita dos professores e conselho escolar ao Projeto peixe boi marinho na ilha de Itamaracá, foi uma formação continuada que nos possibilitou o contato com animais em extinção e os caminhos da preservação de tantas outras espécies ameaçadas. Surgiram novas pesquisas, mais possibilidades de trabalhos pedagógicos com base na construção da consciência ecológica.
3. PRIMEIROS RESULTADOSCom base nas categorias já explicitadas da planetaridade, sustentabilidade, virtualidade, globalização e dialogicidade dialética, analisaremos os resultados dessa pesquisa.
Nossos objetivos foram alcançados, colocamos mais vegetação no espaço escolar de maneira reflexiva, pensando não apenas na escola, mas também analisando as questões da planetaridade, reconhecendo-nos como parte de uma comunidade global. Construímos com os estudantes, professores, pais e funcionários um patrimônio ambiental de valor incalculável, colocamos as mãos na terra e fizemos um jardim, uma horta orgânica,uma plantação de fruteiras e palmeiras imperiais ao redor da escola, assim como plantas medicinais.Paralelamente, discutimos a fome, as doenças e os impactos ambientais no mundo, compreendendo o currículo, como busca do saber sistematizado, científico organizado, mas que vê sempre o estudante como sujeito do seu próprio conhecimento e as situações didáticas a partir da vida cotidiana.
Nesses primeiros grandes resultados percebemos o valor da dialogicidade de uma gestão democrática, atuando nas contradições de uma dialética que implica no seguinte ponto de vista: para todo problema existe a possibilidade da solução. Para Freire, (1996 p. 86) A dialogicidade não nega a validade dos momentos explicativos, em que se fala sobre o objeto, o mais importante é a postura dialógica das pessoas, postura aberta, curiosa, indagadora, o que se fez mais imprescindível na nossa pesquisa-ação foi a determinação e desejo de uma equipe de professores e alunos epistemologicamente curiosos.
Para isso devemos continuar acreditando no princípio da inclusão social e tecnológica. Vale ressaltar que conseguimos utilizar dentro da nossa realidade, computadores, celulares, máquinas fotográficas, filmadoras e CDs, efetuando mais parcerias, conseguimos assim, construir um documentário multimídia sobre educação ambiental com fins exclusivamente educativos, com a participação e autorização de todos os envolvidos, contando a história do projeto Verde que te quero vivo. Esse material é o registro da memória pedagógica da própria comunidade, os caminhos vivenciados até chegar nesses resultados que deverão ser respeitados pelos novos estudantes, matriculados ano, após ano,juntamente com os pais que devem preservar a herança ambiental de valores ecológicos e ambientais, todas as ações desenvolvidas a partir uma rede solidária. A referência a essas duas categorias de virtualização e globalização possibilitou a criação da Comunidade Virtual: Verde que te quero vivo, da qual participam todos os seguimentos da Escola Cecília Meireles, também foi criado um blog para ampliar as discussões. Sujeitos de um mundo globalizado, conectados através da internet, a qual vem possibilitando pesquisas de diversos temas ligados a fauna e a flora, fortalecemos o crescimento democrático da alfabetização digital, trabalhamos a virtualidade na escola porque acreditamos que essa necessidade, independe de classe social, não é simples, mas é possível. De acordo com Freire(1996) que já afirmava no seu discurso sobre a globalização, que a ética do Mercado não é a ética universal do ser humano, segundo ele ,por essa, sim, devemos lutar bravamente.
Esses aspectos da tecnologia fortalece a luta contra a globalização econômica que enfoca o consumismo e o desperdício. Acreditamos ter alcançado um bom nível de conscientização por parte da comunidade escolar, no sentido de diminuir os impactos ambientais como colocação inadequada de lixo nos ambientes próximos à escola, mudança de postura em relação a retirada da vegetação das barreiras, que sempre provocaram erosão, formação de nova postura ecológica baseados numa educação voltada para o desenvolvimento sustentável, evitando todo tipo de desperdício, afirmando a preocupação coletiva com a conservação do meio ambiente e a qualidade de vida.
Ainda sobre qualidade de vida também vivenciamos o lazer, a cultura e as artes, em nossas aulas, nas pesquisas de campo, estudo do meio o contato com a natureza e com os ambientes urbanos nos possibilitou proximidade com os livros e suas poesias, com os quadros, repletos de vida de seus autores em exposições, a música, a dança e o teatro. Toda essa articulação proporcionou o desenvolvimento daqueles saberes postos inicialmente pelos teóricos da ecopedagogia ( in GADOTTI,2000) o sentir, o criar, o recriar, o sistematizar ,etc.Agindo localmente, mas pensando globalmente aprendemos a partir de temas da ecologia e meio ambiente a reafirmamos a relação teoria e prática.
4. CONCLUSÕES.
Procuramos efetivar o pensamento Freiriano sobre interdisciplinaridade (in GADOTTI, 2000 p.106) articulando o saber, o conhecimento, a vivência, na escola e na comunidade, além de enfatizar a tecnologia da inteligência que Kenski ( 2007p 28) estar baseada no uso da linguagem oral, da escrita e da síntese entre som,imagem e movimento, como processo e uso de mídias que compreendem tecnologias específicas de informação e comunicação, as TICs. Nesse sentido a escola e o projeto vivenciado esteve sempre em sintonia com a comunidade e com outras instituições. O trabalho pedagógico, através de uma avaliação formativa, ressignificou o espaço escolar, transformando o bairro e a cidade em locais interativos de práticas da cidadania ativa, reafirmado a nossa convicção enquanto educadoras de que sonhar é possível e esse sonho coletivo descrito nesse artigo, é hoje uma bela realidade.
5.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASBOFF, Leonardo. Ecologia o grito da terra, grito dos pobres. São Paulo: Ática, 1996.
DIAS, Genebaldo Freire. Atividades interdisciplinares de Educação Ambiental. 2.ed.rev.apl.e atual.São Paulo.Gaia,2006.
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GADOTTI, Moacir. Perspectivas atuais da educação. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.
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FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996 ( coleção leitura)
GUTIÉRREZ, Francisco e CRUZ, Prado R. Ecopedagogia y cidadania planetária. Heredia Costa Rica, Editorialpe, 1997.
_______, PIETO, Daniel. A mediação pedagógica: educação a distância alternativa. Campinas: Papirus, 2004.
IBERNON, Francisco (org). A Educação no século XXI: Desafios do futuro imediato -2. ed. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.
KENKI,Vani.Moreira. Educação e tecnologias - novo ritmo da informação. 2 ed. Campinas, São Paulo: Papirus, 2007.
7. ANEXOS Foto. 1. Documentário Multimídia – Verde que te quero vivo
Foto. 2. Formação Continuada com a comunidade escolar , Engenheiro florestal – Temas: Horta e plantas medicinais.
Foto. 3. VISITANDO A SEMENTEIRA DO RECIFE - Berçário de plantas, local de palestras e pesquisas com crianças, pais e professores.
Foto. 4. TRAZENDO AS MUDAS PARA A ESCOLA – Fazendo os canteiros de flores na entrada da escola –com representantes de todas as turmas e pais.
Foto. 5. REUNIÃO COMUNIDADE ESCOLAR – Debate sobre o projeto e apresentação do documentário.
Foto. 6. – CAMINHADA ECOLÓGICA NO SÍTIO DA TRINDADE – Casa Amarela – Estudantes vivenciam atividades pedagógicas diversificadas.
Foto. 7. CONSTRUÇÃO DO POMAR - Estudantes do EJA – Educação de jovens e adultos plantando ao redor do prédio escolar.
Foto. 8. CONSTRUINO O JARDIM DA ESCOLA – Estudantes da Educação básica plantando palmeiras.
Foto. 9. RELEITURA DE OBRAS DE ARTE – O paisagismo dos Artistas: Claude Monet e Albert Eckhoult .
Foto. 10. ATIVIDADE CULTURAL NA PRAÇA DO BURITI - Em frente a Escola - Estudantes e Professores do EJA.
Foto. 11. DEBATE SOBRE SUSTENTABILIDADE - Retirada do lixo da frente da escola.
Foto. 12. DELEGADOS DO OP-CRIANÇA - Em recital de poesia, reivindicam a escola nova.